AUTOESTIMA INFANTIL: O APEGO, O VÍNCULO E A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO COM O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Palavras-chave:
Autoestima infantil. Ensino-aprendizagem. Afetividade.Resumo
Esta pesquisa procurou ratificar que, atualmente, a autoestima mostra-se como um fator que vem sendo aprofundado nas pesquisas associado aos processos de aprendizagem, na relação ao acolhimento da criança quando ainda é um bebê, de zero a dezesseis meses, e com a forma como ela irá se relacionar com os demais na sociedade. Sendo assim, busca-se investigar a autoestima infantil e a relação das interações biopsicossociais no processo de ensino-aprendizagem. O presente estudo consiste, em um primeiro momento, em uma pesquisa bibliográfica, visto que é uma investigação acerca dos seguintes assuntos: a autoestima infantil, o desenvolvimento durante a primeira e a segunda infância, as relações de apego do bebê, a autoestima e as alterações no cérebro do bebê e o papel do professor no processo de formação da autoestima infantil. Posteriormente, torna-se de caráter exploratório, porque fez o uso de entrevista no momento de coleta de dados. Como método, adotaram-se entrevistas professores da faixa etária pré-escola, cuja finalidade é, através do diálogo, escutar atentamente o que os professores-alvo tinham a relatar sobre sua percepção da autoestima infantil e o processo de ensino e aprendizagem dos alunos. Para o processo de análise de dados, foram pesquisados os autores Bowlby (1989), Martorell, Papalia e Feldman (2020), Siegel e Bryson (2015) e Wadsworth (2003), que discutem sobre o desenvolvimento da autoestima infantil. Os principais resultados alcançados foram a percepção da defasagem por parte dos professores a respeito do reconhecimento sobre o autoconceito e a autoestima infantil, como também a percepção da defasagem.